domingo, 28 de junho de 2009

sobre a cyn e a pina colada

hoje não sei porque me deu vontade de fazer um tratado de adoração à quatro pessoas.

Cyn
L
Grazilhane
Zia


funciona assim.
A Cyn, eu confesso que achei que nunca ia ir com a cara dela, muito menos ter ela com um dos meus pilares de sustentação.
Eu vejo a Cyn cinco dias por semana, mas as vezes não é suficiente.
A Cyn briga comigo.
Mas briga de um jeito, que eu sempre tão ruim de receber criticas não sei nem debochar muito menos rodar bahiana.
Enquanto a Cyn briga comigo e me traz pro mundo real, a Zia viaja comigo por planetas distantes. Não achei que existisse outra mente como a minha, e por isso as vezes me preocupa, acho q se não fosse a cyn nós já teríamos ido pra Goiás procurar alieningenas.
Já a L, tem uma coisa única, ela me faz ser melhor. A L tem essa tendencia a despertar o melhor das pessoas. Dá vontade de ser melhorzinha sabe, não é pra impressionar, é por que a L merece mesmo.
Já a Grazilhane me leva de volta ao passado e dum jeito que faz ter vontade de construir o futuro, entende? é que a gente se conhece a tanto tempo, e passou por tantas coisas, aprendeu cada coisa louca, que juntas a gente se fez mais forte pra construir coisas novas.
A cyn é a vaidosa, e faz todo mundo querer ser mais bonito. A Zia escreve como Camões, A L faz todo mundo rir e se concentra e não ri, A Grazilhane tem a sabedoria de Moisés. A Cyn tem uma calma que me inveja e me irrita, a Zia, as vezes acho que minha mãe gosta mais dela que de mim. A L nunca ouve minhas histórias por inteiro por que tem crise de riso no meio, a Grazilhane irritantemente entende de tudo que é saudável.
A Grazilhane corre atrás das coisas dela que não tem como não admirar, a L não sei como, mas sempre sabe a hora certa de me ligar, A Zia tem uma gramática dentro dela, e a Cyn devia cantar as músicas da Sthefany.
Não tem como viver sem elas.
Por razões alheias eu precisei sair do lugar que nos unia, e elas me mostraram que que o nos unia não era o lugar, mas corações sinceros, loucuras honestas, venenos detilados inocentemente; e risos incontidos.
Ps. caso não tenham concluído ainda...
eu amoelas.

auto-ajuda

Não acredito mais no amor.
Acredito no desejo sincero!
Tá eu não sou a criadora da frase de afeito acima, mas tomei para mim a responsabilidade de difundi-la. Porque acho q poucas frases definem esse meu momento melhor que essa.
Em algum momento eu achei que só o amor podia tudo. Aquela velha maxima de livros de auto-ajuda. Desculpa aí se você ainda pensa assim. Mas oh, quero mesmo que o amor se exploda. E junto com ele os que amei.
É que o desejo é tão mais honesto, e se for desejo sincero como diz minha frase, ahhh, perfeito!

domingo, 7 de junho de 2009

eu confesso que eu amo ele

estava decidida a entrar aqui e confessar que não amo meu pai. preparada para todas as criticas que as duas pessoas que seguem esse blog poderiam me fazer, mas a verdade é que minha confissão é outra, eu amo meu pai, essa é a minha confissão. Não o amo por que ele fez algo por merecer, não o amo porque ele é uma pessoa boa ou admiravel, nem o amo porque ele me ama, eu o amo porque é biológico. Isso mesmo, é por que é biológico, a natureza, o universo espera que eu ame meu pai, e é por isso que eu o amo. Ainda confesso que já tentei não ama-lo, mas não consigo. E junto com isso eu não consigo não ser afetada pelas merdas que ele faz.
Acho que se uma criança de 5 anos conclui que seu pai não a ama, ele deve passar pouco tempo com ela ou algo assim, se uma adolescente de 15 chega a mesma conclusão ele nem deve ter nada a ver com isso, devem ser os hormonios dela mesmo. Mas hoje eu com 25 chego a mesma conclusao que cheguei aos 5, e ao 15. Meu pai não me ama.
E preciso dizer que isso me dói tanto, tanto, que eu não sei descrever essa dor. Haviam dois meses que eu nao derrubava uma unica lágrima, sabia. Não sei por que, mas nao quero mais chorar, me sinto fraca, fragil e se nao sou, ao menos nao quero ser assim. Mas uma palavra dele destrói toda a força que me sustenta.
Eu aprendi um monte de coisa, aprendi a controlar meus sentimentos e não deixar que essas coisas que ele faz ou fala afetem minha semana, ou meu mês, mas ainda não aprendi a não deixar que afetem meu dia.
Aprendi a deixar ele falando sózinho, mas acho que isso o irrita ainda mais. Mas ele que me perdoe, entre a irritaçao dele, e minha sanidade mental , eu fico comigo. Aprendi a não mostrar fraquesa perto dele, isso deixa de certa forma, ainda mais praseroso pra ele me maxucar.
Eu só não aprendi a não me afetar.
Por que é biológico. Ele deveria me amar, não por que eu sou linda, parecida com ele, querida, engraçada, cuido dele da minha mãe e de qualquer cachorro sarnento que apareça na minha frente. Não porque eu aprendi 3 linguas sem fazer curso, ou porque viajei o mundo, ou por que faço duas faculdades e ainda trabalho, nem por que todo mundo diz pra ele que eu sou muito inteligente e consciente, ele tem que me amar, por que ele é meu pai. Porque é biológico, a natureza espera que ele me ame.
Mas eu nunca vi amor nos olhos dele, tá eu já vi, mas eu nao tinha nada a ver com isso, entao sim, ele é capaz de amar, ele só não é capaz de ME amar. Dos olhos dele eu vejo rancor, repgnancia, ódio, e acredite ou não já vi inveja. Vejo que ele me vê como uma intrusa, alguém que está sobrando e que se sumisse não faria a menor falta.
E honestamente me dói tanto amar ele apesar disso tudo, amar ele sabendo que ele nunca me amou nem vai me amar, me dói tanto, tanto, tanto.
Dói. Eu não sei que outra palavra usar se não uma que seja um variante de DOR.
Dói. Dói profundamente.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

eu fico assim,
se me entrego perco, por que me entreguei.
se nao me entrego, perco. por que não me entreguei

quinta-feira, 4 de junho de 2009

palavras de outros q hoje me definem

Devolve toda a tranqüilidade
Toda a felicidade
Que eu te dei e que perdi

Devolve todos os sonhos loucos
Que eu construí aos poucos
E te ofereci

Devolve, eu peço, por favor
Aquele imenso amor
Que nos teus braços esqueci

Devolve, que eu te devolvo ainda
Esta saudade infinda
Que eu tenho de ti.

Mário Lago

noites mal dormidas

As noites ja foram melhores, quando você não estava aqui bagunçando meus sonhos. E eu, que como aquela da musica sempre fui tão acostumada a ter razão, era tão articulada e que agora nem falo por não saber pedir sua atenção preciso emprestar frases pra começar um texto por que ao que parece você me roubou as palavras.
Mas ainda pensando no fogo, acho que assim como o ar, me parece vital mesmo.
E eu que sempre surpreendi hoje sou comum. Eu que nunca me arrependi, hoje me preocupo com o que faço porque sei que não é o que orgulharia familia e amigos.
Mas você nao é certo, não é calor do fogo,
e eu
já nao tenho escolhas. Participo do seu jogo, muito mais do que eu queria

terça-feira, 2 de junho de 2009

meu medo do alan harper

Eu tenho um certo medo desse bem estar. Aprendi vendo tv demais com o Allan Harper q nenhum orgasmo fica impune, seja ele no sentido q for. Inclusive e principalmente os emocionais, eles nao ficam impunes. é como se se houve o direito de ser feliz. Mas ao mesmo tempo tenho medo desse medo, como se ele fosse assim como o segredo, entao tenho medo de sentir medo e esse medo trazer coisas negativas do cosmos.
Ai, as vezes acho q é na ignorancia q repousa a felicidade mesmo, pq qto mais coisa a gente le, mais coisa a gente estuda, mais coisa a gente conhece, mais coisa a gente aprende, mais a gente enlouquece.
E eu fico nessa, de saber q nessa ignorancia q estou respousa meu estado de felicidade, e que meu medo vem das coisas q já sei.