Sinto que preciso viajar. Lembra, eu dizia que nao me apegaria, porque ao contrario dos outros eu nao podia fixar raizes, afinal eu nao tenho raizes, eu tinha asas. Nossa, como era bom voar, eu conheci os lugares mais distantes, encontrei terras inexploradas, estive com os mais loucos, os mais interessantes, os mais belos, os mais, mais, mais que podiam existir.
Aqui, plantada eu me sinto como quem partiu ou morreu, e fazendo algo que me fixará para sempre.
Hoje, pareço como scooby e salsicha fazedno a dança do mistério, revelando seredos que alguém nao me conta, quando eu costumava esconder esses segredos. dizia que era comum e fazia todos acreditarem para nao deixá-los perceber a vida fabulosa que eles nao viviam.
Um porto para cada amor.
Uma Mim para cada amigo.
Um país para cada língua.
E sem medo de conhecer o além, que sempre havia ficado lá no mundo deles. Agora, me apego a esse medo do além. Lavando minha própria mente, aplicando tecnicas do segredo pra nao pensar no óbvio, nem trazer a energia do óbvio desses pensamentos.
domingo, 31 de maio de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Prefere-se asas,
ResponderExcluirPrecisa-se de raizes.
hoje, preciso de asas.
ResponderExcluirmas acho q às deixei naquele porto.
Ou sorin as levou para a romenia?